Flávio Bolsonaro: “Lula transborda intolerância e ódio”

Senador confirmou presença na cerimônia no Chile e afirmou que presidente brasileiro não consegue conviver com opiniões diferentes

Flávio Bolsonaro: “Lula transborda intolerância e ódio”

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o cancelamento da viagem que o chefe do Executivo faria ao Chile para acompanhar a posse do novo presidente do país, José Antonio Kast. A cerimônia está marcada para quarta-feira (11) e ocorrerá no Senado chileno, na cidade de Valparaíso.

A agenda previa que Lula embarcaria nesta semana para participar do evento e também teria uma reunião bilateral com o novo chefe de Estado chileno. No entanto, o motivo do cancelamento da viagem não foi divulgado oficialmente até o momento. Segundo o Palácio do Planalto, o Brasil será representado na solenidade pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Enquanto isso, Flávio Bolsonaro confirmou presença na cerimônia e afirmou ter sido convidado pela equipe do presidente chileno. O senador, que é pré-candidato do Partido Liberal à Presidência da República, também comentou a ausência do presidente brasileiro durante entrevista.

“Lamento que, a essa altura do campeonato, o Lula ainda não consiga conviver com quem pensa diferente dele. Você vê que ele transborda intolerância, transborda o ódio até”, declarou o parlamentar.

Na avaliação de Flávio Bolsonaro, Lula poderia participar da cerimônia sem problemas por se tratar de um evento oficial entre chefes de Estado. “Ele é o presidente da República, convidado por outro presidente da República eleito e que podia, sem problema nenhum, vir para cá”, afirmou.

O senador também criticou a política externa do atual governo e disse que, na visão dele, o presidente brasileiro prefere se aproximar de países que, segundo suas palavras, têm histórico de desrespeito aos direitos humanos.

"Mas o Brasil também não perde nada com a ausência dele. Afinal de contas, ele prefere se aproximar de países onde haja grupos terroristas dominando, prefere participar de solenidades onde chefes de países desrespeitam os direitos humanos, enfim, são favoráveis à perseguição e morte de judeus", concluiu.

Fonte: folhadoestado

 

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